Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007
Ribeirinho

Pois é! È exactamente o que me sinto, um ribeirinho sem vontade de secar.

Acabei de ler os tres volumes de poesia do poeta Ruy Belo e como ele transbordava as margens, meu Deus!

Partiu e eu deixo-lhe aqui a minha homenagem

 

 

Amanhã quando eu partir

Amanhã, quando eu partir

Sósinha, seguirei meu caminho

e nele vou descobrir

esse fim de vida que já adivinho!

Limpo as lágrimas com a mão

Tudo me diz que não vou voltar!

E há um bater louco no coração.

Mas que caminho incerto!? E sem puder parar!...

Há muito venho vida fora

Que fazer, se é esta a minha estrada?!

Neste caminho não há risos, nem ninguém chora!

Só eu sigo, com a alma angustiada!

Amanhã, quando eu partir

não vou nem sequer dizer adeus!

o frio da madrugada vou sentir

e levarei comigo, saudades dos meus.

Neste caminho vou só com a solidão!

Já oiço à distância gemidos

mas tristezas, eu não quero não!

A Morte, são só meus passos perdidos!.



publicado por rosafogo às 11:31
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