Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007
Por Terras Tansmontanas

E foi assim que um dia deixei Lisboa, após o 25 de Abril, para ir viver em Macedo de Cavaleiros,ao abrigo duma lei que existia na altura e que consentia que a mulher se deslocasse para perto do marido. Aí permaneci dois anos , nessas terras onde é bom viver, no sossego da natureza.

Lá fez a minha filha os seus primeiros anos de escola, mesmo ao lado de casa, e o meu emprego era a 3 minutos igualmente de casa.

Empregada da Seg- Social, atendia as boas gentes das aldeias vizinhas, marcando consultas, recebendo folhas de salários, pagando abonos etc... logo surgiram ofertas à menina de Lisboa que em simpatia nunca tinham visto igual ( um casal de coelhos, um pacote de bolachas,um saco de castanhas) quem poderia recusar? Afinal simpáticos e amorosos eram eles, ainda me restam saudades.

 

 

 

 

A Palavra

 

 

A palavra pode ser amiga!

Pode ser a palavra redentora,

haja então alguém que a diga!?

Que a traga com amor na hora!.

 

É a palavra às vezes mordaz

É também ela de censura

Mas com ela se consegue a Paz!

Quando com Amor se murmura.

 

Pode ser uma palavra rude

Ou uma palavra de resistência

Ou ser a que nos ilude!

E torna surda a consciência!.

 

Uma palavra às vezes basta

Quando a ausência se lamenta!

Ou quando o Amor se afasta

e a tristeza nos atormenta!.

 

 

 

 

 



publicado por rosafogo às 21:25
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